Segue preso motorista de aplicativo acusado de estuprar mulher em juazeiro do norte
Ele era motorista de aplicativo e numa corrida levou a víma para um motel sem seu consentimento e a teria estuprado.
Ele era motorista de aplicativo e numa corrida levou a víma para um motel sem seu consentimento e a teria estuprado.
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Uma funcionária da Prefeitura de Juazeiro do Norte foi vítima de agressão sexual por um motorista de aplicativo na cidade. O caso aconteceu em janeiro deste ano e só após intensas investigações, a Polícia Civil identificou o suspeito como Bruno, que trabalhava como motorista de app. Após ser acusado sendo autor do crime de estupro, o individuo fugiu para o estado de São Paulo. O departamento de intelingencia da policia civil investigou e descobriu que o supeito havia fugido para São Paulo. Numa operação conjunta entre a Polícia Civil e a Polícia Militar do Ceará e a de São Paulo, foi possivel localizár e prender o acusadona última quarta feira. O elemento será transferido para Juazeiro do Norte, onde responderá pelo crime. Segundo informações da vítima, o motorista teria lhe ofereceu uma corrida por um preço “no jeitinho”,isto sem ser pelo aplicativo,e pediu vítima que ela tirasse foto da placa do carro. Ato contínuo o elemento levou contra a vontade, a passageira para um motel, e lá teria realizado o estupro e levou o celular da vítima. Segundo a polícia as investigações apontam diversas provas que corroboram a versão da vítima, incluindo imagens do momento de embarque e desembarque. Tambem foram comprovados os registros de entrada em um motel e foto da placa do carro. O exame pericial que confirmou o estupro e o celular da vítima, que ficou dentro do veículo do acusado. Bruno, ao ser preso, deu uma versão diferente dos fatos. Ele disse que a vítima lhe ofereu R$150 para sair com ele, porém afrimou que nada aconteceu entre ambos e que não recebeu nenhum dinheiro, e que ela teria o denunciado porque ele se recusou a ter relações com ela. Mesmo assim, ele agora enfrenta a acusação e aguarda transferência para o Ceará, onde o caso seguirá na Justiça. Fica claro que o elemento foi orientado para dar esta versão na tentativa de culpabalizar a vítima para atenuar sua pena caso se comprove o fato.
Informações: Ascom polici civil /Franciolli Luciano jornalista filiado a asseji e abraji registro profissional MTB nº0003901.
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